TRANSFORMERS FÊMEAS: VENHA CONHECER MAIS A RESPEITO DESSAS CYBERTRONIANAS!

TRANSFORMERS FÊMEAS: VOCÊ SABIA QUE ELAS EXISTEM? ENTÃO, VAMOS CONHECER UM POUCO MAIS!

 

 

Femeas autobots

Raras, polêmicas, adoradas. Extremamente importantes na franquia ”Transformers”, eis algumas das Fem-bots mais interessantes. Feliz Dia Internacional das Mulheres:

Mas, começaremos do INÍCIO…

OBS: Ao longo do texto estão videos de reviews com a versão em brinquedos\peças colecionáveis das personagens da linha ”Generation Deluxe\Takara Legends”. Que, na minha opinião, são as melhores versões de figuras de ação transformáveis dessas personagens: tanto pelo visual, quanto pela proporção e ”quebra cabeça” de suas transformações entre modo bio-mechanoid e modo veículo.

 


Solusprime covenant_profile

*SOLUS PRIME: A Primeira Fêmea da raça cybertroniana!

No início de Tudo, surgiram a entidade benigna Primus e seu adversário, Unicron, o Detentor do Caos. Primus era responsável por ajudar a criar e manter o Universo em expansão continuamente. Porém, Unicron achava um desperdício deixar o Universo seguir um caminho natural de existência que levaria a entropia inevitável. Do qual ele mesmo era o responsável. Cobiçando absorver todo o universo, antes mesmo deste seguir sua jornada de evolução, Unicron enfrentou o benigno Primus.

Primus em sua forma original.

Primus em sua forma original.

A luta entre ambos acabou por causar a destruição e reconstrução de VÁRIOS universos. Lamentando que Unicron era quase tão poderoso quanto ele, e que a luta não estava levando nada além da destruição de incontáveis universos recém-nascidos, Primus decide mudar de estratégia. Enganando o estúpido Unicron para que ambos abandonassem o plano físico e fossem lutar no plano espiritual, o que pouparia o Universo de ser sacrificado em meio ao combate.

Unicron original

Unicron em sua forma original.

No plano espiritual, Unicron percebe, tarde demais, que o confronto dos dois NÃO terá vencedor: pois ambos não podem se destruir se não possuírem corpos físicos. Além de ter se distanciado de seu ”troféu”… o próprio Universo material.

Retornar para os corpos originais era praticamente impossível depois de abandonados. Primus sabia disso, mas ele possuia mais talentos relacionados com a matéria do que seu adversário. Quando ambos retornam para o Plano Físico, o benigno Primus ”captura” Unicron em um corpo celeste metálico (um planeta). Da mesma forma que Primus também encarna em uma enorme massa metálica que, um dia, viria a se tornar CYBERTRON, o planeta dos Transformers.

Primus

Eras se passam até que Primus\Cybertron percebe, enquanto vigia seu oponente aprisionado, que o mesmo aprendeu a ”transformar seu cativeiro” em um novo tipo de corpo de batalha. Logo, logo, ele começaria a aprender a se locomover pelo Universo, levando o caos e absorvendo matéria novamente.

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Prevendo tal acontecimento, Primus\Cybertron percebe que corria o risco de destruir, mais uma vez, outra realidade, caso viesse a confrontar Unicron. Pois o resultado da batalha era inevitável. Seria necessário uma nova estratégia para atrasar tal embate.

Foi então que Primus, de dentro de seu próprio corpo, dá origem aos 13 Cybertronianos (hoje chamados PRIMES) originais!

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Cada um destes 13 Primes (algumas versões dizem que são mais ou menos) tinha uma função e cada um deu origem a uma das TREZE TRIBOS originais de Cybertron, tempos depois. O objetivo de Primus, inicialmente, era que seus 13 filhos se unissem para invadir o ”planeta Unicron” e derrotá-lo, em ataques cirúrgicos. Assim, não seria necessário que Primus entrasse em combate pessoalmente, sacrificando o Universo mais uma vez, ao se encontrar com Unicron.

Solus Prime toy custom

Segundo as várias versões da Lenda (e Religião adotada por alguns Transformers) o QUARTO Prime a ser criado se chamava SOLUS PRIME. A PRIMEIRA FÊMEA CYBERTRONIANA. Sua função e habilidade era de CRIAR qualquer ARTEFATO que seus irmãos necessitassem para vencer Unicron. Ela era a arquiteta e mestra da FORJA. Com sua marreta, dizem, Solus era capaz de criar qualquer coisa a partir de qualquer material em estado bruto. Muitas vezes, ela necessitou da ajuda do calor da superfície de um SOL para que o mesmo, nas condições certas, pudesse produzir TODAS as matérias brutas das quais a sua oficina necessitava.

Os 13 planejaram e atacaram Unicron por dentro, graças as poderosas armas fabricadas por Solus, assim como os planos holográficos que reproduziam a arquitetura interna e externa de Unicron. Mas, após voltarem da batalha, a essência do maligno Detentor do Caos impregnou os irmãos e buscou pelo mais fraco. Os mais vulneráveis a corrupção… aos sentimentos sombrios.

Solu tinha uma boa amizade com todos os seus irmãos\companheiros. Alguns deles nutriam mais do que amizade por ela. Alguns eram apaixonados. E, de todos, não existia ninguém mais apaixonado que MEGATRONUS PRIME. Cuja função era a de ”Guardar e Vigiar a Entropia”. Os dois eram muito próximos e mantinham um amor platônico. Ambos eram um bocado ”cabeça quente” e tal temperamento era parte do que os unia, como uma forma de se identificarem.

solus e megatronus toy diorama

Durante o planejamento do primeiro ataque a Unicron, Solus criou a arma mais destrutiva de todo seu arsenal, até então: O Requiem Blaster. Somente a espada Starsaber (de Prima, o primeiro Prime a nascer) se comparava a ela. Tal arma foi dada a Megatronus, para que pudesse ser usada contra o maligno adversário. Porém, ao voltarem da batalha, os outros 13 começaram a temer que Megatronus NÃO fosse a pessoa correta a continuar com tal artefato. Solus defendeu Megatronus e isto deu início ao primeiro Cisma entre os irmãos. Pois criou ciumes e suspeitas entre eles de que Solus tinha ”um irmão preferido” ou que possuía planos misteriosos.

Em meio a isso, o manipulador Liege Maximus (que em algumas versões dizem se tratar de Amalgamus, o primeiro e maior cybertroniano transformer), desejava que Solus criasse para ele uma poderosa armadura em sua Forja. Mas, Solus suspeitou dos motivos de Liege serem em benefício próprio e não entregou o artefato a este. Foi então que Liege PROVOCOU um desentendimento entre Megatronus e Solus, visando descobrir onde estaria a tal armadura. Mas, plano não saiu como o esperado. O detalhes a respeito de COMO realmente aconteceu são romanceados até hoje pelos cybertronianos, perdendo-se entre várias versões do mito. Todavia, o que se sabe de fato é: Megatronus e Solus discutiram e, no meio de uma confrontação acalorada, o Requiem Blaster foi disparado (”sem querer”) a queima-roupa no ventre da Mestra Forjadora. A primeira fêmea MORRE nos braços de Megatronus, revelando que o amava. O crime choca todos os Primes…

Megatronus mata solus_Prime

 

Logo após o primeiro assassinato em Cybertron, Liege e Megatronus acabaram por causar os eventos que deram o início ao Cisma entre os 13 e das tribos. Megatronus foi exilado… condenado a não voltar nunca mais. Todos os registros com seu nome foram apagados e ele acabou por se dirigir ao inimigo de seu Criador: Unicron. Que o adotou como seu arauto. Desde então, passou a se chamar de ”Fallen” (O Decaído). Cujos ideais iriam originar a facção Decepticon, cujo lider, Megatron, o idolatra.

Ninguém sabe dizer se tudo isso foi orquestrado por Unicron. Ou se a oportunidade surgiu simplesmente por conta de Liege Maximus e Megatronus\Fallen serem os mais fracos de caráter entre os 13. Mas, isso é uma história para uma outra situação. 😛

Solus foi enterrada no centro da Força Vital de Primus. Que algumas versões dizem ser no coração de Cybertron. Foi daí que surgiu o ALL SPARK. Com essa fusão, Primus deu origem a vida de todos os cybertronianos. Todos os Transformers carregam ”códigos de Centelha” de Solus e muitos a tem como sua Mãe Divina. Todas as transformers fêmeas carregam semelhanças e aspectos específicos da Mestra Forjadora. O que faz com que algumas sociedades transformers tenham um sentimento de muitíssimo respeito pelas fêmeas. Principalmente por serem um tanto ”raras” entre a população.

A localização da Forja de Solus, assim como suas ferramentas e muitas das armas construídas por ela, é um mistério lendário e cobiçado por Autobots e Decepticons.


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*BETA:

Quintus Prime deu origem a tribo dos Quintessons. Assim como seu patriarca, essa tribo era fria, perfeccionista e capaz de fazer quaquer coisa para testar suas teorias e experiências. Aprendendo a habilidade criar vida que Quintus possuia (graças ao artefato Emberstone), os Quintessons originaram e multiplicaram a existência de grande parte da população de Cybertron.

Mas, em pouco tempo, os quintessons transformaram suas criações em meros escravos. E MUDARAM a religião e história de seu povo: eles passaram a dizer que foram ELES que criaram toda a vida em Cybertron. Escondendo a verdade sobre seu deus criador Primus (que era o próprio planeta, em estado de torpor), sua origem e os 13 primes.

Beta foi uma das primeiras fêmeas cybertronianas ”criadas” pelos quintessons. Ela foi desenvolvida para ser apenas uma serviçal. Mas, não demorou muito para que ela fugisse de sua programação e se revoltasse contra seus mestres. De uma simples escrava (quase um drone), Beta se tornou uma valente guerreira que empunhava um arco balestra muito poderoso. E, ao lado de seu companheiro, A3, o casal se tornou o centro da Rebelião que libertou os cybertronianos e expulsaram os quintessons do planeta, há cerca de 11 milhões de anos.

Todas as grandes fêmeas dos Autobots idolatram a guerreira Beta. Primeira lider militar de Cybertron. Alguns dizem que Beta é a reencarnação de Solus Prime. E que seu arco tão poderoso foi criado por ela graças aos resquícios da memória da Mestra Forjadora que ela foi um dia. Se isso é verdade ou se é uma teoria originada da fé religiosa dos transformers é uma incognita. Porém, não podemos esquecer que, como revelado posteriormente, o companheiro de batalha de Beta, o lider A3, é, na verdade, uma das muitas encarnações\identidades de ALPHA TRION. Este que é um dos transformers mais sábios e antigos de todos… apontado como um dos 13 Primes originais.

Infelizmente, Beta nunca recebeu uma figura de ação oficial pelas mãos da Hasbro ou Takara.


 

AUTOBOTS

 

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*ARCEE:

Provavelmente a mais famosa fêmea Transformer de toda a franquia. É também aquela que possui mais versões alternativas… seja ela em forma de brinquedos, games, quadrinhos e animações. É a heroína máxima e preferida por muitos fãs, de ambos os sexos. Superando em popularidade até mesmo Solus Prime, Elita-1 e Nightbird (que é a PRIMEIRA fêmea a aparecer no desenho animado clássico).

Um fã chamado Psychoshi fez essa ''Arcee Chun-li''!

Um fã chamado Psychoshi fez essa ”Arcee Chun-li”!

Charmosa, corajosa, desejada por muitos Autobots… e uma das últimas praticantes de uma arte marcial cybertroniana antiga, esta é Arcee. 😉

Infelizmente, a PÉSSIMA versão do cinema NÃO retratou direito a personagem. Aparentemente, Arcee se tornou ”três personagens em uma”: uma entidade que divide sua Centelha (Spark) entre 3 corpos. Uma forma de unir Arcee com suas companheiras de batalha, Chromia e Elita-1. Todas as trigêmeas ”Arcee Sister se transformam em motos, que usam de hologramas para criar ”mulheres motoqueiras” sobre elas, ”pilotando-as”. Nos esboços iniciais, as 3 iriam fazer uma fusão\gestalt\gattai para se tornarem um transformer maior.

arcee sister toys

arcee Combined Sisters

Mas, morreram de forma estúpida no segundo filme (”A Vingança dos Derrotados”) e sem nenhum aprofundamento desta ou de qualquer ideia ou explicação. Muita gente mal lembra de Arcee na versão do cinema e nem repararam que eram transformers fêmeas.

Eu faria completamente diferente: Eu apresentaria primeiro a Arcee neste filme e deixaria ela ”brilhar”. E faria a personagem Mikaela (interpretada por Megan Fox) ser a sidekick humana dela, fazendo ambas passarem pela mesma ”Jornada do Herói” que Sam e Bumblebee tiveram no filme anterior\original.

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Na recente animação em CG, ”Transformers Prime”, Arcee ganhou uma nova forma veicular de moto. Provavelmente esta ideia surgiu após o segundo filme da franquia nos cinemas.

Mas, ao invés de ser rosa, a personagem ganhou uma cor AZUL. Além de estar bem mais agressiva. O que a deixou beeemm parecida com sua colega Chromia. Causando até confusão entre os fãs quando viram os primeiros trailers.

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Nesta mesma animação, Arcee ganhou um amigo\sidekick humano: um jovem solitário, chamado Jack. Criando com o mesmo uma química semelhante ao de Sam ”Spike” e Bumblebee na versão G1. Segundo os produtores, foi exatamente por este motivo que a cor de Arcee mudou de ”rosa” para ”azul”. Afinal, ficaria estranho e chamaria MUITO mais a atenção vermos na rua um adolescente pilotando uma moto completamente rosa. Algo que não combina com o conceito de ”robôs alienígenas vivos tentando se esconder da humanidade a olhos vistos!”.

 

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*ELITA-1:

Um dia existiu um casal em Cybertron: Orion Pax e Ariel. Orion era apenas um arquivista da biblioteca central de Cybertron. Mas, ele idolatrava o lider da revolução cultural e militar decepticon, o ex-gladiator escravo dos quintessons, Megatron. Um dia, o jovem bibliotecário conseguiu realizar seu sonho de iniciar contato com seu ídolo. Orion Pax e Megatron passam a ser camaradas.

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Ariel não concordava com a ideologia armamentista e imperialista dos decepticons. Mas, acompanhava seu amado Orion como podia. Até que Orion descobriu os planos de Megatron e se negou a ajudá-lo. Megatron, furioso, atira mortalmente no casal e os deixa agonizando.

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O velho Alpha Trion encontra ambos e decide ajudar. Através de seu acesso ao Vector Sigma (computador central no coração de Cybertron) e suas habilidades, consegue salvar a vida dos dois pacíficos cybertroianos. Mas, estes NÃO são mais os mesmos: a partir de seu renascimento, Orion Pax se torna Optimus Prime. E Ariel se torna a dama guerreira ELITA-1. Lider da facção Autobot, ao lado de Prime.

Infelizmente, a Grande Guerra entre Autobots e Decepticons os mantém afastados. Optimus Prime e um grande grupo de Autobots partem para o espaço, em busca de fontes de energia renováveis para recarregar Cybertron, que está morrendo por conta do conflito que o exaure. Elita-1 e as autobots fêmeas (Fem-bots) permanecem no planeta, mantendo o cerco contra os decepticons locais. O amor dos dois é sacrificado. Mas, ambos juraram se reencontrar, quando a paz retornasse.

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*CHROMIA:

Assim como Arcee e outras companheiras, Chromia é uma soldado dedicada a causa autobot. Ela é a segunda em comando, substituindo Elita-1 quando a mesma não está presente. Além de servir de guarda-costas da mesma. Também chegou a assumir o papel de tutora de combate para FlareUp, a protegida de sua amiga Firestar (especialista em resgate).

Vinda, provavelmente, do planeta colônia de Caminus (onde transformers costumam fenomenalmente nascer com gênero definido) a garota tem personalidade forte e agressiva. Chromia faz um par, merecido, com Iron Hide, o homem forte e guarda-costa de Optimus Prime.

Curiosidade: tirando Nightbird (que originalmente era apenas um drone e não um transformer de fato) Chromia foi a PRIMEIRA autobot fêmea a aparecer na tela da TV, nos anos 80. Infelizmente, só foi ganhar uma versão em brinquedos mais de 20 anos depois.

chromia e windblade

 

windblade Revolution5-Windbladeprofile

*WINDBLADE:

Uma jovem autobot treinada e protegida por Chromia, muito embora as duas NÃO concordem a respeito de certas coisas. Ótima espadachim e manipuladora de lâminas, Windblade tem um dom interessante; ela é capaz de falar com transformers titãs adormecidos. E isso significa se comunicar até mesmo com transformers que são do tamanho de cidades! Ou melhor… ela conversa com titãs que SÃO cidades cybertronianas, como Metroplex. O que lhe rendeu o apelido\função de ”cityspeaker”.

 

A Transformer fêmea cuja co-criação da mesma foi por vontade e votação dos fãs. Suas cores, gênero, modo alternativo veicular e até pitacos no design foram aspectos escolhidos em uma questionário on-line. Em pouquíssimo tempo, tem arrebanhado uma legião de fãs que se equivale (ou quase) ao número de seguidores de Arcee.

Curiosidade: Parte de seu visual (principalmente a cabeça) foi inspirado nas guerreiras feudais japonesas de alta classe chamadas ”onna bugeisha”.

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-Em 2015, foi lançado na San Diego Comic Con um pacote com Arcee, Chormia e Windblade na versão ”Combiner Hunters” (”Caçadoras de Combiners” , assim chamados os mechas que fazem fusão\gestalt e se tornam titãs gigantescos). Esse pacote é fenomenal: novas pinturas, ”tatuagens de guerra” e armas feitas para ”matar gigantes”! Detalhe para a espada cuja lâmina tem um número de titãs abatidos por elas! 😛


 

DECEPTICONS:

 

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*NIGHTBIRD SHADOW:

A robo-ninja (ou melhor ”kunoichi-ginoide”) apareceu no desenho animado clássico G1 dos anos 80. Foi a PRIMEIRA personagem robótica feminina da franquia. PORÉM, ela NÃO existia na franquia em suas versões de quadrinhos e nem nos brinquedos. Ela foi criada única e exclusivamente para a animação. E, tecnicamente, nem sequer era uma transformer de verdade: era uma ginoide (androide feminina), quase um drone, criada pelo cientista japonês Doctor Fujiyama, com a intenção de mostrar aos autobots o que os humanos poderiam fazer na área da robótica. Mas, se aproveitando da exibição das habilidades da robô (que nem sequer se transformava), os decepticons roubam a mesma e a alteram. Através de um implante em seu cérebro, a robo ninja se torna uma ”decepticon” e é mandada para invadir a base dos Autobots. Mas, acaba sendo descoberta e derrotada, com muita dificuldade.

Tal participação desta personagem iria morrer por ai, num único episódio. Até então, foi definido que NÃO existiam transformers fêmeas. TODOS os brinquedos tinham mechas masculinos. E os escritores, como Simon Furrman, eram partidários que manter o conceito de que os cybertronianos NÃO tinham gênero definido e nem se reproduziam sexuadamente. O que é uma argumento válido e faz sentido demais. Ao menos… até certo ponto, pois os transformers não tem gênero definido, mas se COMPORTAM tal qual homens da Terra. Mas, a reação positiva desta personagem explodiu a cabeça dos fãs e, logo, os produtores viram a necessidade de criar personagens fêmeas.

Nightbird EarthWars

Décadas depois, Nightbird é ”resgatada do limbo” e seu background é ampliado: ela tem um aumento de inteligência artificial ao ponto de se tornar cada vez mais parecida com uma cybertroniana. Até que uma modificação propriamente é feita, onde ela passa a ter uma Centelha. Tornando-se VIVA como o restante dos transformers. Viajou por colônias distantes e só descansou quando encontrou alguém que lhe ensinasse a arte da transformação. Quando assumiu, pela primeira vez, a forma alternativa de um cisne\pássaro negro, tal qual seu codinome. Nada mais justo, pois é uma personagem que marcou a franquia de um jeito ou de outro. Talvez… nenhuma transformer fêmea teria surgido se não fosse sua única aparição num episódio isolado da animação clássica.

Hoje em dia ela tem até uma figura de ação transformável. E é declarada uma versão ”anti-Arcee”, com direito a imitar o modo veicular da mesma!

Curiosidade: em uma das várias versões em quadrinhos da franquia, em 2025, um exército de drones (sem Centelhas) de Nightbirds sai do controle do criador (novamente) causando grande destruição e até a morte de dois personagens importantes.

 

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*SLIPSTREAM:

Clone feminina do Decepticon Starscream? Uma versão ”anti-Windblade” ? Uma espiã de aluguel que muda de lado e se alia com quem for conveniente? Pouco se sabe a respeito dessa ”garota má”. Ela costuma ser empregada em missões específicas contra as autobots fêmeas. Uma de suas maiores frustrações foi não ter conseguido completar sua missão de sequestrar Elita-1.

Esboço de 2005 revelando que poderia existir uma seeker fêmea entre os decepticons. Anos depois, surge Slipstream.

Esboço de 2005 revelando que poderia existir uma seeker fêmea entre os decepticons. Anos depois, surge Slipstream.

Slipstream, assim como Starscream, é impulsiva, mesquinha, irônica, manipuladora e egocêntrica. Ainda assim, é uma guerreira bastante determinada. Essa personagem é uma seeker-jetron (guarda de elite aérea de cybertron de transformers-jatos) que já enfrentou Optimus Prime no mano-a-mano (ainda que perdendo) e sobreviveu a um confronto com o gigante Omega Supreme. Esteve envolvida no dia do lançamento da nave autobot ”Arca”, em busca de energia renovável no espaço. Serviu várias vezes como uma das comandantes de Starscream, mas, apesar de ser unida com seus colegas seekers, não respeita verdadeiramente nenhum deles. Principalmente o próprio Starscream, que se diverte com a língua afiada de Slipstream.

 

 

Blackarachnia

*BLACK ARACHNIA:

Acredito que, se Arcee é a autobot feminina mais famosa de toda a franquia, Arachnia é a Decepticon de maior destaque!

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Arachnia surgiu, em sua primeira versão, na animação ”Transformers – Beast Wars\east Machine”, como uma vilã Predacon. Sensual, femme fatalle, assassina que se esconde nas sombras e manipula os outros. Sempre um desafio em multiplos sentidos para os Autobots e Maximals. Mas, devido sua popularidade, mudou de lado na guerra várias vezes, se tornando anti-heroína em algumas de suas encarnações.

black arachnia TFLegends-Blackarachnia

Dentro da história é especulado que Blackarachnia nasceu como uma protoforma destinada a ser uma maximal\autobot. E que sua natureza alterada para uma ”predacon” acabou por fazê-la ambígua em comportamento e alinhamento.  Explicando o motivo dela não possuir uma lealdade a nenhuma facção. Dizem que seu nome original era White Propionica.

 

Na versão da série animada ”Transformers Animated”, Blackarachnia é, na verdade, Elita-1 transformada, após cair em uma batalha contra uma raça de aranhas gigantes.


 

Além dessas, existem dezenas e dezenas de Transformers fêmeas. Existe ate mesmo uma versão feminina do Optimus Prime, vinda de uma realidade paralela, por exemplo. Não tenho como colocar todas aqui, em uma só matéria. Portanto, eis uma lista completa: Esse link dá acesso a uma lista atualizada de quase todas as Fem-bots da franquia, em todas as suas versões oficiais. Divirtam-se. 😉

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